sexta-feira, 31 de julho de 2015

Casas de vegetação são instaladas no CDSA

Foram instaladas na área experimental do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da Universidade Federal de Campina Grande duas casas de vegetação para utilização em pesquisas nas Áreas de Engenharia de Biossistemas, Agroecologia e demais áreas afins deste centro.

Cada casa de vegetação custou cerca de 60 mil reais com verba do CDSA/UFCG. Uma será utilizada para experimentos de irrigação automatizada e a outra será utilizada em sistema de rodízio para atender aos projetos de professores interessados.

"Será mais um espaço destinado ao ensino e a pesquisa no Centro, reforçando os conhecimentos vistos em sala de aula", destacou o diretor do CDSA Vanderlan Leite.

A área experimental do Campus Sumé é um espaço compartilhado pelos professores do CDSA para aplicação de ações práticas. No local também chamado de "fazendinha experimental" estão situados diversos experimentos, além da estação Agrometeorológica que fornece dados sobre temperatura e umidade do ar, temperatura e umidade do solo, quantidade de chuva além de outros dados importantes para o desenvolvimentos dos projetos na área.

Com informações e imagem de Rosenato Barreto - Assimp CDSA/UFCG

Catta Preta: 'integrantes da CPI me intimidaram'

A advogada Beatriz Catta Preta afirmou que decidiu deixar os casos dos clientes que defendia na Operação Lava Jato porque se sentia ameaçada e intimidada por integrantes da CPI da Petrobras. Ela disse que, devido às supostas ameaças, fechou o escritório e decidiu abandonar a carreira.

Abaixo os principais trechos:

"Depois de tudo que está acontecendo e por zelar pela segurança dos meus filhos, decidir abandonar a carreira. Não recebi ameaças de morte, não foram diretas, mas elas vêm veladas, cifradas".

"Aumentou essa pressão, essa tentativa de intimidação a mim e a minha família após Júlio Camargo mudar a delação e acusar Eduardo Cunha".

"Júlio não fez antes [a denúncia contra Cunha] porque tinha medo, receio e medo de chegar ao presidente da Câmara".

"Júlio apresentou provas sobre propinas a Eduardo Cunha"

A advogada conduziu o acordo de delação premiada de nove dos 17 investigados na Operação Lava Jato que decidiram colaborar com a Justiça em troca de penas mais leves.

Há algumas semanas, a CPI da Petrobras decidiu convocá-la para prestar esclarecimentos sobre a origem dos honorários pagos a ela pelos clientes investigados no escândalo da Petrobras. A OAB protestou dizendo que a iniciativa ameaça o direito de defesa no país. Nesta quinta, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, liberou a advogada de ter que prestar esclarecimentos à comissão.

O requerimento de convocação de Catta Preta foi apresentado pelo deputado Celso Pansera (PMDB-RJ), acusado por outro réu, o doleiro Alberto Youssef, de agir na CPI como "pau-mandado" de Cunha.

Com informações e imagem do www.brasil247.com

Ricardo defende Pacto de Governabilidade e cobra agilidade nas ações do Governo Federal para os estados

O governador Ricardo Coutinho foi escolhido, mais uma vez, para ser o interlocutor do Nordeste durante entrevista coletiva concedida à imprensa logo após a reunião dos governadores dos 27 Estados brasileiros com a presidente Dilma Rousseff, nesta quinta-feira (30), no Palácio da Alvorada, em Brasília. O chefe do Executivo paraibano defendeu a governabilidade, mas cobrou do governo federal regras mais amenas e claras para a Região.

Ricardo considerou o encontro um momento importante para a República brasileira, principalmente pelos temas discutidos entre os 27 governadores e a presidente, a exemplo de equilíbrio fiscal, governabilidade, segurança, acidentes de trânsito. “São pautas essenciais, e também um tema como novas operações de crédito, ou seja, recursos novos para investimento. Eu acho que isso faz avançar porque cooperação federativa é essencial. O país está vivendo turbulências, instabilidade, que tem uma raiz muito forte na política e não interessa a ninguém essa instabilidade”, avaliou o chefe do executivo.

Ele ressaltou que os governadores [oposição e situação] expressaram à presidente Dilma um compromisso com a estabilidade e também, dentro dessa proposta de corresponsabilidade, manifestaram o desejo de serem ouvidos antes de qualquer medida de impacto. “O saldo é positivo, eu penso que as operações que a Paraíba tem à espera na Secretaria do Tesouro Nacional e no Ministério da Fazenda, deverão correr mais rápido agora porque é essencial isso, porque fizemos nosso dever de casa e não podemos ficar prejudicados e ao mesmo tempo temos uma série de outras intervenções que estão à espera dessa autorização do Ministério da Fazenda”, ressaltou.

A reunião

Durante a reunião com os governadores, a presidente Dilma Rousseff abordou temas como a estabilidade econômica e as dificuldades enfrentadas pelo País no campo da economia. “A estabilidade econômica do Brasil é muito importante e uma responsabilidade de todas as esferas”, disse. “Estamos fazendo uma travessia para levar o Brasil para um lugar melhor”, ressaltou, lembrando a importância das exportações como um dos mecanismos para fortalecer a economia brasileira.

A presidente pediu a união de todos os presentes pela recuperação da economia brasileira. “Temos consciência de que é importante sempre estabelecer parcerias, cooperações e enfrentar os problemas juntos. Achamos que estamos vivendo um período de transição para um novo ciclo de expansão que vai ser puxado pelo investimento e pelo aumento de produtividade. E, com isso, dará base para o crescimento do emprego, da renda e para a manutenção da nossa política de distribuição de renda”, afirmou.

Outro aspecto destacado pela presidente Dilma Rousseff foi o fortalecimento do pacto federativo. “A federação se passa nos estados e municípios. É através da cooperação que vamos acelerar a travessia pela qual estamos passando”, afirmou. A presidente pediu a cooperação dos governadores para a construção de um plano de investimentos em logística para os próximos quatro anos.

Ainda na reunião, a presidente propôs um pacto nacional pela redução dos homicídios no País. Segundo Dilma, essa proposta tem origem no fato de o Brasil ser hoje a nação com maior número absoluto de homicídios. “A taxa nacional de homicídios é 23,32 homicídios por 100 mil habitantes, quando o número aceitável, segundo padrões internacionais, é até 10 por 100 mil habitantes. Por isso, propomos aqui nossa cooperação federativa, concentrando esforços – União, estados, municípios e integrando o Judiciário – para enfrentarmos o problema”, conclamou.

Com informações e imagem da Secom-PB

quinta-feira, 30 de julho de 2015

Nota do PT de Serra Branca

O Partido dos Trabalhadores de Serra Branca emite Nota à Sociedade Serra-branquense, esclarecendo a sua posição sobre a decisão judicial que definitivamente anexa as comunidades de Olho D'água do Padre, Catonho e Caititu ao município.

Confira a nota na íntegra:

Sobre a anexação das comunidades de Olho D’agua do Padre, Catonho e Caititu ao município de Serra Branca

Considerando toda a celeuma e todas bravatas do prefeito de Serra Branca, Dudu Torreão a respeito da decisão judicial que confirma a anexação das comunidades de Olho D’agua do Padre, Catonho e Caititu a Serra Branca,  o Partido dos Trabalhadores neste município tem a seguinte compreensão:

1. O prefeito de Serra Branca está criando factoides sobre um assunto que não apresenta nenhuma novidade substancial, com o único objetivo de desviar as atenções da população dos descalabros, dos mal-feitos e da letargia da gestão municipal: paralisação e abandono de obras públicas; convênios e verbas desperdiçados; município com muitas inadimplências; prefeitura com dívidas de mais de 3 milhões e 500 mil reais; contratação de 200 funcionários sem concurso público; hospital sucateado; constante falta de médicos e medicamentos; morte de pessoas por falta de atendimento em situação de urgência; estradas e calçamentos destruídos; fraudes nas compras da Secretaria de Serviços Urbanos; prioridade para o pagamento de gastos de interesse pessoal do prefeito (hilux e advogado); constante ausência do gestor do município;

2. Acerca das comunidades de Olho D’Agua do Padre, Catonho e Caititu, o que deve ser prioritariamente levado em consideração são os interesses da população, a cidadania e as tradições das pessoas que ali habitam, e não a disputa pessoal e unilateral que o prefeito Dudu Torreão move contra Dr. Neto (prefeito de Sumé), por pura inveja e despeito pessoal, problema este que não diz respeito ao gestor de Sumé e muito menos aos moradores das citadas localidades;

3. As pessoas das comunidades de Olho D’Agua do Padre, Catonho e Caititu não podem ser reduzidas à moeda de troca, a um número a mais, sob a alegação do prefeito de Serra Branca de que isto pode representar mais verbas para este município;

4. Os habitantes de Olho D’Agua do Padre, Catonho e Caititu continuarão se socorrendo de Sumé por conta dos laços históricos e de parentesco, além do fato público e notório de Sumé oferecer serviços públicos bem melhores do que a gestão de Dudu Torreão oferece em Serra Branca;

5. A análise fria dos números, até aqui, revela que a anexação de Olho D’Agua do Padre, Catonho e Caititu ao município de Serra Branca não é vantagem para ninguém, a exceção dos cabos eleitorais do prefeito Dudu Torreão nestas comunidades: As despesas da prefeitura de Serra Branca devem aumentar, para dar assistência às citadas comunidades, sem que os recursos públicos do município de Serra Branca aumentem;

6. Com o mesmo volume de recursos do erário municipal para prestar serviços públicos a mais pessoas, a situação do município de Serra Branca que já é precária, tende a piorar, enquanto o prefeito de Serra Branca sacia o seu despeito e a sua inveja, um distúrbio pessoal, contra o prefeito de Sumé.

A bancada de vereadores do Partido dos Trabalhadores continuará exigindo do governo municipal  de Serra Branca que cumpra com o dever de assegurar os serviços públicos e as obras para o bem estar da população serrabranquense em geral, incluídas as comunidades de Olho D’Agua do Padre, Catonho e Caititu. 

Renan Mamede
Vereador - PT

Josenildo Gonçalves (Galeguinho)
Vereador - PT

Zizo Mamede
Presidente do PT

Serra Branca

Serra Branca amanhece atônita

Mais um serra-branquense comete suicídio

O agricultor Fernando Salvador, mais conhecido como Fernando da Caieira foi encontrado na manhã de hoje, 30, por volta das 05h, enforcado, pendurado numa pequena algarobeira às margens do Rio do Pilão.

O corpo de Fernando foi encontra por seu genro Abraão da Silva, que o procurou pela manhã como fazia costumeiramente para ordenhar as vacas. Fernando estava com sintomas de depressão, que se agravou quando teve que vender o seu gado, visto as poucas condições de mantê-lo. Para amenizar este problema, Abraão teria comprado uma “vaca de bezerro” para manter o sogro em atividade.

Fernando da Caieira, 62 anos, divorciado, deixa duas filhas e três filhos. Há tempos deixara o ofício de “bater tijolo”, e se limitava a criação de gado.

Sem outra ação, tão logo o encontrou, Abraão acionou o Polícia Civil que isolou o local para o trabalho da perícia.

Pelos indícios, Fernando já havia tentado o suicídio outra vez, visto que noutra árvore havia uma corda pendurada e vestígios da tentativa, como galhos quebrados.

Em tempo: Até o fechamento desta matéria, a perícia esteve no local fazendo as primeiras análises e aguardava o Gemol para encaminhar o corpo para necropsia.

Olho D’água do Padre, Caititu e Catonho: comunidades serra-branquenses?

A “peleja” entre os municípios de Sumé e Serra Branca para terem em seu mapa político as comunidades de Olho D’água, Caititu e Catonho se deu após o Censo do IBGE 2010, quando se constatou, com dados de GPS, que as três comunidades, apesar de sempre serem assistidas pela prefeitura de Sumé, se localizam nos limites de Serra Branca.

Desde então, os moradores destas comunidades aguardavam decisão judicial para conhecerem de fato, e de direito, se seriam sumeenses ou serra-branquenses.

Na época houve muita confusão sob a responsabilidade administrativa daquela região. Houve até manifestação de moradores contrários a ideia de pertencerem a Serra Branca. Com faixas e palavras de ordem, eles fizeram uma passeata pela rua principal de Serra Branca, parando na frente da prefeitura e como não encontraram o prefeito, foram até a frente da residência deste e deram o recado de não pertencimento ao município de Serra Branca.

Agora por decisão do juiz Gilvânklin Marques de Lima, oficialmente as três comunidades fazem parte do município de Serra Branca, que tem um pequeno acréscimo populacional. (Eis a questão: aumento populacional que está diretamente relacionado ao aumento do FPM)

Mais uma vez o assunto pauta a mídia regional

O prefeito de Sumé lamenta “a perda”, o de Serra Branca comemora “o ganho”.

- Mais afinal quem perde e quem ganha com esta decisão monocrática?

A distribuição dos recursos aos Municípios (FPM - Fundo de Participação dos Municípios) é feita de acordo o número de habitantes. São fixadas faixas populacionais, cabendo a cada uma delas um coeficiente individual. O IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística é o órgão responsável pela realização do Censo Demográfico, que divulga a estatística populacional dos Municípios e o Tribunal de Contas da União, com base nessa estatística, publica no Diário Oficial da União os coeficientes dos Municípios.

O mínimo é de 0,6 para Municípios com até 10.188 habitantes, e, o máximo é 4,0 para aqueles acima 156 mil. (Ver tabela)

Serra Branca, com uma população de 12.973 (IBGE – 2010), com projeção para 13.488, em 2014, tem o coeficiente de 0,8 e recebe os recursos do FPM, conforme esta classificação. Já o município de Sumé, tem uma população de 16.060, com projeção de 16.691, em 2014, tendo um coeficiente de 1,0. (Considerando que os dados do IBGE são de 2010, a população da região em questão já está computada)

O certo é que em termo de acréscimo populacional (razão da briga entre os gestores destes municípios) para efeito de aumento (ou diminuição) no coeficiente do FPM, estas comunidades não fazem tanta diferença.

Entre ganhadores e perdedores, os “locais” daquela região saíram perdendo, visto que estes deixaram claro na manifestação que fizeram, que não se sentem pertencentes a Serra Branca justamente porque a assistência dali sempre foi do município de Sumé. (Eles dizem que sequer irão transferir seus títulos eleitorais. Pelo menos é o que sustentam)

Comemorando (ou, bebemorando)

O prefeito de Serra Branca, Eduardo Torreão, disse que a decisão deixa o município mais próximo de alcançar o índice 1,0 que significa mais recursos do FPM, e criticou seus opositores que segundo o gestor estariam torcendo para que o município “perdesse” as comunidades. (E quando o município “teve” estas comunidades?)

Por outro lado, os gestores sumeenses, o prefeito Dr. Neto e o vice Éden Duarte, lamentaram a decisão. Para eles a vontade das pessoas de Olho D'Água do Padre, Catonho e Caititu eram de pertencerem de fato e de direito a Sumé, pois sempre se mostraram insatisfeitos, pois declaravam que a gestão de Serra Branca nunca iria investir no local como o prefeito de Sumé investia.

Afinal quem ganha e quem perde com esta decisão?

Em tempo: Os recursos são os mesmos, e agora o prefeito é obrigado de dividir para mais. Ou seja, “água no feijão que chegou mais uns”. 

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Governo discute mudanças de currículo de alunos das escolas estaduais em 2016

Gerentes dos Núcleos Regionais de Educação do Estado se reuniram, nesta quarta-feira (29), para iniciar o debate sobre as mudanças discutidas pelo Governo Federal para unificar o ensino público no País. No próximo ano, o currículo dos alunos de escolas estaduais já pode vir com mudanças, inclusive com novas disciplinas e material didático.

Segundo a secretária-executiva Pedagógica, da Secretaria de Estado de Educação, Roseane Marinho, esse assunto vem sendo avaliado pelo Governo Federal desde 2013, mas só em janeiro deste ano começou a ser colocado em prática. “O Ministério da Educação está na fase de discussão da chamada Base Nacional, com todos os Estados. O objetivo é ver a melhor forma de construir um documento oficial, que sirva de referência para as mudanças curriculares dos alunos e até para a formação e qualificação dos professores”, disse ela.

A previsão é de que esse documento seja apresentado em setembro, para então ser avaliado com os Estados. Assim, ele deve ser finalizado e colocado em prática já em 2016. “A ideia é fazer com que alunos que estão nas escolas da região Sul do Brasil possam estudar na região Norte, que alunos do Centro-Oeste possam estudar no Nordeste e assim por diante, sem prejuízo de calendário ou grandes diferenças na grade curricular”, explicou a secretária Roseane Marinho, destacando que as especificidades de cada região vão ser respeitadas, como é o caso das áreas indígenas, por exemplo.

No próximo mês, um seminário vai marcar o lançamento do debate sobre a Base Nacional de Educação para a sociedade em geral, na Paraíba. Assim, o assunto pode receber sugestões e apoio de diversos setores, não apenas da comunidade acadêmica.

Com informações e imagem da Secom-PB

Suplente é empossada em Serra Branca e Pedido de Urgência do prefeito é reprovado mais uma vez

Em pleno recesso parlamentar, os vereadores serra-branquenses foram convocados para 03 sessões extraordinárias, na última sexta-feira, 24.

A primeira sessão, prevista para as 08h, e que teve início às 09h30min, foi para homologação do pedido de licença para tratamento de saúde do vereador Flávio Torreão por um período de 122 dias.

Logo em seguida aconteceu a Sessão Solene para que a suplente Maria Valdete Carvalho Machado fosse empossada, em virtude da licença do vereador Flávio Torreão. Após prometer cumprir a Constituição Federal, a Constituição Estadual e a Lei Orgânica Municipal a vereadora foi declarada empossada, pelo vereador presidente Hércules Holanda.

“Completado o time”, com exceção do vereador Heydrih Dias (PTN), que faltou às sessões, o presidente deu início a terceira sessão do dia, que teve na Ordem do Dia para discussão e votação o Pedido de Urgência para votação do Projeto de Lei nº 007/2015, que dispõe sobre a criação de cargos de natureza efetiva na estrutura administrativa do município de Serra Branca, de autoria do Poder Executiva, ou seja, o polêmico projeto de um novo concurso público municipal, considerando que o último realizado ainda está em vigência.

“Caga-fogo”

Ao anunciar a ordem do dia, o presidente submeteu para discussão o pedido de urgência para votação do PL 007/2015, que foi discutida durante quase 40 minutos em plenário, inclusive o vereador Paulo Sérgio Barros (PT do B), solicitando um acordo de líderes para que esta urgência fosse reprovada. Entretanto toda esta tentativa de apreciação da urgência, foi por terra quando o vereador governista Carlos Kléber, fez saber que a matéria estava tramitando de forma ilegal, indo de encontro às normas regimentais da Casa, visto que esta já tinha sido reprovada em sessão ordinária e não cabia nova discussão sobre a mesma matéria.

Outro vereador governista também reprovou o fato da matéria ter sido reapresentada em regime de urgência, em plenário para discussão, visto que esta fora reprovada em sessão anterior: “não cabe um pedido de urgência para uma mesma matéria, o projeto foi apresentando com erros, inclusive ortográficos, e retorno ao executivo para que estes fossem revistos, logo esta matéria deveria ter sido apresentada nas comissões afins e não em plenário, portanto somos desfavoráveis a urgência”.



O vereador Diógenes Sales (PR), observou que não é contra o projeto para a realização do concurso, entretanto ele ressaltou que este projeto tem que tramitar de forma que não fira o regimento da Casa Leidson da Silva.

Para o líder da oposição, o vereador petista Josenildo Gonçalves (Professor Galeguinho) o prefeito está querendo transparecer para a população que o legislativo está contra a realização de concurso público: “o prefeito envia para esta Casa um projeto repleto de erros e de forma irregular quer que este tramite em regime de urgência, quando ele teve todo tempo para fazer da forma correta. Este projeto precisa tramitar normalmente para que todos tenham a oportunidade de conhecer melhor o seu teor. Já adiantamos que estamos apresentando emendas supressivas e aditivas para melhorar a redação deste projeto, porque da forma que foi apresentado, corre-se sérios riscos daquelas pessoas que foram aprovadas no concurso anterior, que está em vigência, serem prejudicadas”.

Após discussões, à toa, sobre a urgência e apesar de sua apresentação ilegal, o presidente ainda submeteu para votação do pleno, que foi reprovada mais uma vez de forma unânime. 

Em tempo: O vereador Heydrich Dias faltou a estas sessões.

Projeto ‘De Repente no Espaço’ apresenta os poetas Raimundo Caetano e Raulino Silva

A Fundação Espaço Cultural da Paraíba (Funesc) sedia, na próxima quarta-feira (5), a segunda edição do projeto ‘De Repente no Espaço’. O objetivo é divulgar a linguagem artística e literária, além de valorizar os poetas populares do Nordeste.  As atrações programadas são os repentistas Raimundo Caetano e Raulino Silva. A noite dos poetas populares tem ainda como declamador oficial o poeta Iponax Vila Nova. As apresentações começam às 19h e ocorrem no mezanino do Teatro Paulo Pontes. A entrada é gratuita.

O ‘De Repente no Espaço’ é um evento da Funesc que começou no mês de junho e faz parte do projeto de ocupação do Espaço Cultural. A cada nova edição, o público pode contar com diferentes atrações da Paraíba e de outros estados da Região. A abertura, no dia 1º de junho, contou com a participação dos artistas Ivanildo Vila Nova e Rogério Meneses.

Repente – No Brasil, a tradição medieval ibérica dos trovadores deu origem aos cantadores – poetas populares que vão de região em região, com a viola nas costas, para cantar os seus versos. Eles apareceram nas formas da trova gaúcha, do calango (Minas Gerais), do cururu (São Paulo), do samba de roda (Rio de Janeiro) e do repente nordestino. Ao contrário dos outros, o repente se caracteriza pelo improviso. O instrumental desses improvisos cantados também varia: daí que o gênero pode ser subdividido em embolada (na qual o cantador toca pandeiro ou ganzá), o aboio (apenas com a voz) e a cantoria de viola.

Cordéis musicados – O repente se insere na tradição literária nordestina do cordel, de histórias contadas em caudalosos versos e publicadas em pequenos folhetos, que são vendidos nas feiras por seus próprios autores. Uma tradição que inspirou clássicos da literatura brasileira, como o “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna, e “Morte e Vida Severina”, de João Cabral de Melo Neto.

Com informações e imagem da Secom-PB

terça-feira, 28 de julho de 2015

Dia do agricultor: “Prefeito de Serra Branca atrasa pagamento do Garantia-safra”

De novo! No ano passado foi a mesma coisa.

A informação foi dada pelo vereador Paulo Sérgio de Azevedo Barros (PT doB), através do facebook.

Confira a postagem:

Olá amigos e amigas, eu quero usar desse precioso espaço para chamar atenção do Prefeito Eduardo Torreão, que o mesmo cumpra com seus compromissos e pague as parcelas em atraso do aporte financeiro do Garantia-Safra, que é a contra partida do município, consta duas parcelas em atraso. O atraso do pagamento dessas parcelas podem criar transtornos e prejudicar os agricultores!!