segunda-feira, 25 de julho de 2016

Nota do Editor

Caros leitores deste blog, 

Primeiramente, minhas desculpas pela pouca atualização!

Ao desculpar-me venho também justificar e informar que durante este período pré-campanha e campanha eleitoral, não estarei atualizando o blog, pelo simples motivo de está trabalhando diretamente em campanhas majoritárias e proporcionais, prestando assessoria em comunicação e serviços gráficos. 

Após este período voltarei a atualizar. 

Grato pela compreensão e logo estarei socializando as informações como de costume.

- Lembremos que nada muda se nós não mudarmos! (Comecemos votando em quem realmente tem compromisso com o povo. Você pode mudar a história de seu município. Pense nisso!)


Givanildo Santos
Editor 

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Couto cita recordes da Petrobras e denuncia tentativa de privatização

Citando números positivos da produção da Petrobras, o deputado federal Luiz Couto (PT-PB) fez um pronunciamento denunciando que as informações sobre uma suposta quebradeira da empresa foram disseminadas por setores golpistas como forma de facilitar sua privatização.

Para o deputado petista, "o pior caminho para a Petrobras, que é um patrimônio Nacional Brasileiro, seria a tentativas de privatização de dentro para fora da empresa como os golpistas deste governo ilegítimo e retrógrado estão querendo".

Em seu discurso, Luiz Couto afirmou que a Petrobras está, a cada dia, mais vigorosa, com produção recordes, solidez financeira e já supera empresas de petróleo gigantes de todo o mundo. "A produção total de petróleo e gás natural, em junho, foi de 2,90 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boed), o que representa um recorde mensal. Superamos a marca alcançada em agosto de 2015, de 2,88 milhões barris de óleo equivalente por dia. Este valor de junho foi 2% acima do volume produzido em maio (2,83 milhões barris de óleo equivalente por dia), dos quais 2,70 milhões de barris de óleo equivalente por dia foram produzidos no Brasil e 200 mil barris de óleo equivalente por dia no exterior. A produção total de petróleo e gás natural no Brasil (2,70 milhões barris de óleo equivalente por dia) também representa um recorde mensal. Ultrapassou a marca anterior de 2,69 milhões boed (barris de óleo equivalente por dia) de agosto de 2015. A produção média apenas de petróleo, em junho, foi de 2,3 milhões de barris por dia (bpd), 2% acima do volume produzido no mês anterior, que foi de 2,24 milhões barris por dia. Desse total, 2,2 milhões barris por dia foram produzidos no Brasil e 100 mil barris por dia no exterior", declarou o deputado paraibano.

O volume de petróleo produzido em junho no Brasil obteve a terceira maior média mensal já registrada. Esse crescimento deve-se, principalmente, à entrada de novos poços conectados aos FPSOs (Unidades Flutuantes de Produção) Cidade de Maricá e Cidade de Itaguaí, no campo petrolífero de Lula, nas áreas de Lula Alto e Iracema, respectivamente.

"Estas informações são importantes para mostrar ao Brasil a mentira que os catastrofistas andaram apregoando para derrubar o governo Dilma. Mas, o que eles querem é vender a estatal para os estrangeiros. O que eles querem é pagar a dívida do golpe, com esta atitude", explicou Luiz Couto.

O deputado salientou que para evitar a privatização da Petrobras é preciso que a presidenta Dilma Rousseff retorne a seu cargo. Além disso, é necessário que a sociedade brasileira se conscientize e se una para combater os interesses escusos dos que querem lucrar às custas do desmonte do patrimônio nacional.

"É urgente que apareça à luz do dia esse propósito odioso, que visa, no final das contas, vender nossa estatal a grupos privados nacionais e internacionais a preço de banana. Estes sinais de produção são a esperança de muitos filhos e filhas de trabalhadores que terão um futuro com mais qualidade de vida, com educação e saúde", resumiu o deputado petista.


Com informações da Ascom do Dep. Luiz Couto

quinta-feira, 21 de julho de 2016

Projeto do CDSA visa o fortalecimento da conservação do solo e segurança alimentar no Cariri através de policultivos

"Sociabilidades na construção de sistemas de policultivos para o fortalecimento da conservação do solo e segurança alimentar no Cariri" é o projeto que está sendo executando na Comunidade Rural Cantinho, em Serra Branca-PB, sob coordenação da professora Adriana Meira Vital, do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da Universidade Federal de Campina Grande.

O projeto visa implantar, de forma participativa e dialógica, os sistemas de policultivos, trabalhando a conservação dos solos para o aumento da produção agrícola, permitindo assegurar melhorias nas condições de vida das famílias da Comunidade.

Trata-se de uma proposta selecionada no edital 2016 do Projeto de Extensão Tecnológica e Cultural para apoio à Agricultura Familiar no Semiárido Paraibano (Fundação Parque Tecnológico da Paraíba (PaqTcPB), Programa de Estudos e Ações para o Semiárido (PEASA) e Instituto Nacional do Semiárido (INSA), Incubadora de Agronegócios das Cooperativas, Organizações Comunitárias, Associações e Assentamentos Rurais do Semiárido (IACOC) e Pro-Reitoria de Pesquisa e Extensão da UFCG (PROPEX).

Também serão trabalhados, de forma lúdica, através do teatro e da contação de histórias, com orientação da professora Eliane Lisboa, a relevância do cuidado com a terra e a origem da comunidade, resgatando saberes e oportunizando a oficialização da Comunidade como quilombola.

"Buscaremos, assim, sistematizar os 'saberes' que se materializam nos modos de produção dos agricultores familiares da Comunidade, para a compreensão da lógica das escolhas produtivas no universo das relações sociais e as possibilidades de estratégias de intervenção em bases agroecológicas naquele espaço, numa construção coletiva", disse a professora Adriana.


Com informações de Rosenato Barreto - Assimp CDSA/UFCG

Datafolha real: 81% defendem o fora, Temer!


Pesquisa Datafolha revela: 81% dos brasileiros não querem que Michel Temer continue exercendo a presidência da República até 2018. A esmagadora maioria (62%) defende novas eleições presidenciais, enquanto 12% acreditam que a volta da presidente Dilma Rousseff ao cargo seria o melhor para o País neste momento. Apenas 19% querem que Temer se torne presidente definitivo e exerça o mandato-tampão até 2018.

Confira, abaixo, os dados:

Este gráfico, no entanto, não foi publicado pela Folha de S. Paulo no último domingo. Ao contrário disso, a Folha informou que 50% preferem que Temer continue até 2018, enquanto 32% defendem a volta da presidente Dilma Rousseff ao poder.

O que explica uma diferença tão grande? O "erro", "imprecisão" ou "fraude" foi explicado ontem por uma nota divulgada pela Folha de S. Paulo e por seu instituto. Nela, o jornal informa que não colocou diante do eleitor, na questão "o que seria melhor para o Brasil" a hipótese de novas eleições, muito embora tenha levantado, em outra pergunta, que 62% dos brasileiros defendem a realização de uma nova disputa eleitoral.

Ou seja: na prática, a Folha eliminou da amostragem de sua pesquisa que foi divulgada ao público nada menos que 62% dos brasileiros. Portanto, restariam apenas 38% do total. Se, destes 38%, metade defende que Temer fique até o final, eles representam apenas 19% da população brasileira apta a votar. O que significa, em outras palavras, que 81% são favoráveis à saída do vice-presidente em exercício.

Curiosamente, antes do impeachment, a Folha chegou a defender, em editorial, a renúncia conjunta de Dilma e Temer, propondo a saída de novas eleições. O que talvez tenha contribuído para a mudança de postura do jornal foi o fato de o ex-presidente Lula ter subido em todas as simulações de voto, passando a liderar isoladamente os cenários de primeiro turno.


Com informações do www.brasil247.com

quarta-feira, 20 de julho de 2016

7 razões irrefutáveis para Senado arquivar impeachment de Dilma

Passados pouco mais de sete meses desde que foi instaurado na Câmara dos Deputados, o processo de impeachment contra a presidenta eleita, Dilma Rousseff, possui pelo menos 7 razões incontestáveis para que seja arquivado pelos senadores no dia 9 de agosto, quando deverá ser votado em plenário.

São todas razões que, juridicamente, anulariam qualquer outro processo, devido à alta quantidade de vícios que possui. Deste modo, se o Senado validar o impeachment, agirá ignorando as regras jurídicas brasileiras. Esse é o alerta de golpe que vem sendo feito pela defesa da presidenta eleita.

1 – Pedaladas “fantasiosas”

A primeira razão incontestável é o fato de que a acusação de que Dilma pedalou em 2015 não sustenta um impeachment porque a prática não constitui crime. José Eduardo Cardozo, advogado de Dilma no processo e legítimo advogado-geral da União, disse isso seguidas vezes no processo. Nas últimas duas semanas, o mesmo foi dito por Ivan Marx, procurador da República no Distrito Federal.

O procurador analisou o caso e concluiu que não há crime de Dilma no atraso no repasse de recursos ao Banco do Brasil para o Plano Safra. O mesmo procurador Ivan Marx já havia concluído que também não foi crime o atraso ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

2 – Mesma prática de Lula e FHC

Por uma questão de coerência, a conclusão não poderia ter sido outra. Afinal, os ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso e Luiz Inácio Lula da Silva também adotaram as mesmas medidas chamadas de pedaladas fiscais. E não houve qualquer reprovação à época pelo Tribunal de Contas da União (TCU), porque o entendimento é semelhante a uma conta de luz paga com atraso por um consumidor.

Essa é a razão número dois: a prática da qual acusam Dilma também foi utilizada por outros presidentes. Foi utilizada inclusive pelo relator do processo de impeachment no Senado, Antonio Anastasia (PSDB), que pedalou em 2012, 2013 e 2014 quando era governador de Minas Gerais. Condenar apenas Dilma é ir contra o princípio de que a Justiça é igual para todos.

3 – Lei não retroage para punir

Outro princípio importante para se fazer justiça é o da irretroatividade. Dirigir sem uso do cinto de segurança é infração desde 1997. Quando entrou em vigor, não puniu os motoristas que andavam sem cinto até o momento em que a lei passou a valer. E não poderia ser diferente, pois é respeitar o princípio da irretroatividade da lei.

A mudança no entendimento do TCU sobre as pedaladas só pode valer para o futuro. Desde que o tribunal adotou nova interpretação, o governo Dilma não mais pedalou, ou seja, seguiu a lei — antes e depois da mudança de interpretação pelo TCU. Essa é a terceira razão para arquivar o pedido de impeachment: não se pode punir retroativamente.

De fato, a líder do governo golpista de Michel Temer no Congresso Nacional, senadora Rose de Freitas (PMDB-ES), concedeu entrevista à rádio Itatiaia (MG), em que afirmou que “não teve esse negócio de pedalada, nada disso”. A questão foi apenas política, resumiu a senadora.

4 – Perícia isenta Dilma

A quarta razão incontestável para arquivar o impeachment é a perícia realizada por técnicos do Senado. Os peritos concluíram que: 1. Não existem atos comissivos de Dilma, ou seja, ações intencionais; e, 2. Dilma não foi alertada de que poderia haver incompatibilidade com a meta fiscal de 2015 com as medidas.

Em resumo: Dilma não pode ser responsabilizada. Além disso, a perícia ainda reduziu para três o número de decretos de crédito suplementar que sustentam as acusações, que inicialmente era de seis.

5 – Relator sob suspeita

E o que dizer da escolha de um relator que é do mesmo partido que assina o pedido de impeachment? Que podemos esperar tudo, menos imparcialidade e julgamento justo. Antonio Anastasia é do PSDB, um dos partidos que assinaram o pedido de impeachment apresentado à Câmara dos Deputados. “Um escândalo”, classificou o líder do PT no Senado, Humberto Costa (PE).

A escolha, e quinta razão irrefutável para arquivar o impeachment, passou por cima do Regimento Interno do Senado. Em sua Resolução 20/1993, o regimento destaca que nos processos de cassação de mandato de senador, a representação deve ser relatada por um integrante “não filiado ao partido político representante ou ao partido político do representado”. Questão de isenção, afinal, quem acharia justo um processo nessas condições?

6 – Meta fiscal aprovada pelo Congresso

É incontestável ainda o fato de que o Congresso Nacional aprovou a meta fiscal de 2015, ao votar o PLN 5/2015, em sessão realizada em 2 de dezembro do mesmo ano. Assim, não há como sustentar que a meta fiscal de 2015 foi desrespeitada pelo governo Dilma com a edição de decretos de crédito suplementar, já que os créditos foram emitidos antes de o Congresso aprovar a meta fiscal. Além disso, os decretos não ampliaram gastos do governo e foram solicitados por outros órgãos do Estado, como o Judiciário e inclusive o TCU.

7 – Processo por vingança

O sétimo e último motivo incontestável para o arquivamento do processo de impeachment contra Dilma é o fato de ser motivado por uma vingança do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O pedido só foi aberto quando o PT se recusou a ajudar a salvar Cunha no Conselho de Ética. A vingança de Cunha é uma das faces da imparcialidade, portanto, de um julgamento injusto contra Dilma.

Duas decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) evidenciam que Eduardo Cunha interferiu no processo de impeachment. A primeira é de dezembro de 2015, quando o STF anulou a primeira comissão do impeachment da Câmara instalada por manobra de Cunha. A segunda decisão é a de suspensão do mandato e do cargo de presidente da Casa, antes de sua renúncia.

“Por que foi afastado o presidente Eduardo Cunha? Porque usava o cargo para impedir e obstaculizar investigações. Porque usava seu cargo com desvio de poder, para não permitir que as situações que lhe são dirigidas de desvio de dinheiro público não avançassem”, afirma José Eduardo Cardozo.

O fato de que o processo contra Cunha no Conselho de Ética ter avançado somente após a suspensão pelo STF revela seu poder de interferência nos processos da Casa, inclusive o do impeachment.

As sete razões irrefutáveis são reforçadas ainda pelas provas e pela fase de depoimentos ocorrida na Comissão do Impeachment no Senado. Constituem base sólida o suficiente para anular o processo no STF, pois revelam que o afastamento da presidenta eleita se deu por razões meramente políticas, sem fundamentos jurídicos, o que não se pode suportar numa democracia.

Camilo Toscano
Fonte: Agência PT de Notícias

terça-feira, 19 de julho de 2016

Dilma: Escola sem Partido é escola sem alma, sem debate, sem posição

Durante ato na Universidade Federal do ABC, presidenta apontou descontinuidade das políticas públicas de Educação como grande retrocesso do golpe

A presidenta eleita Dilma Rousseff participou nesta segunda-feira (18) de ato em defesa da educação, ciência, tecnologia e inovação, realizado no campus de São Bernardo do Campo da Universidade Federal do ABC.

Dilma condenou inciativas do governo golpista de Michel Temer que representam enormes retrocessos na Educação, como a PEC 241, que praticamente congela gastos da União em Saúde e Educação pelos próximos 20 anos.

Além disso, ela também criticou o avanço das propostas do movimento Escola Sem Partido, que anulam a liberdade pedagógica no ensino ao proibir o debate político nas escolas.

“Essa proposta de teto é por 20 anos. Passarão 5 presidentes e ela (ainda) será executada. O que eles chamam de teto é a diminuição per capita do gasto em educação no Brasil. Por que eles fazem isso em saúde e educação? Porque são os dois gastos mais volumosos. Eles querem fazer uma proposta orçamentárias que não mantém o crescimento do gasto em duas áreas fundamentais”, enfatizou a presidenta.

A presidenta eleita ressaltou também que ter posição é algo essencial e que é preciso defender a “sociedade da tolerância”:

“Escola sem Partido é escola sem alma, sem debate, sem posição. Nós vivemos em um momento que não cabe mais achar que uma perspectiva de gênero é algo que deve ser punido ou rechaçado. Não é possível um governo de homens brancos apenas. Tem que ter jovens, mulheres e negros. Tem que ter representação, pois saímos outro dia da escravidão”, ressaltou.

Os avanços conquistados na Educação durante o governo dela e o do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva também foram lembrados pela presidenta, como a expansão de 360% nos gastos com custeio das Universidade Federais, permitindo a interiorização da educação e o progresso no acesso ao ensino público.

“É necessário uma política contínua, daí o perigo do golpe. Nós duplicamos a quantidade de pessoas que tiveram acesso ao ensino público. A UFABC é uma prova, pela qualidade dos seus docentes, pelas suas contribuições na questão científica e tecnológica”, afirmou.

A presidenta eleita defendeu a ampliação das vagas nas universidade privadas, lembrando que 4 milhões de estudantes pobres chegaram ao ensino superior por meio do Prouni e do FIES. Recordando o êxito da estudante Suzane da Silva, que pôde estudar Medicina em uma universidade privada, graças ao Prouni, a presidenta repetiu o bordão “a Casa Grande surta quando a senzala vira médica”.

Golpe de estado

O golpe de Estado na Turquia também foi lembrado pela presidenta, que frisou as diferenças do evento ocorrido lá em relação ao golpe praticado contra ela.

“A Turquia sofreu uma tentativa de golpe tipicamente militar. Um dos maiores argumentos dos golpistas é que não vivemos um golpe porque não há tiroteio e armas. Aqui nós temos uma outra circunstância, temos um golpe parlamentar. E em cada país tem um objetivo claro. Aqui é assegurar que uma pauta que não foi aprovada como projeto de governo seja aprovada sem o crivo do voto popular”.

Em referência aos recentes esclarecimentos do Ministério Público Federal e da perícia técnica do Senado, que comprovaram não haver irregularidades nas chamadas “pedaladas fiscais”, motivação do processo de impeachment, Dilma disse que “a coisa tá ficando chata” para os golpistas.

A presidenta defendeu ainda o Fundo Social do pré-sal para Educação, apontando para os riscos da proposta do senador e ministro das Relações Exteriores José Serra, que muda as regras de exploração para esse tipo de petróleo, e reafirmou a importância dos investimentos em ciência e tecnologia:

“O nosso objetivo é uma sociedade do conhecimento. Mas para isso precisa de investimento. Vão diminuir o Ciências Sem Fronteiras a zero. Vão acabar com parcerias fundamentais. Sou a favor de parcerias para pesquisa e investimento na indústria desse país na área de ciência e tecnologia. Temos que fazer isso porque é a diferença entre ser soberano no mundo e não ser. Eu acredito que nós temos que lutar contra essas medidas. E isso significa lutar contra o golpe e pela democracia.”

Por Luciana Arroyo

Fonte: Agência PT de Notícias

Laboratório de Ecologia e Botânica do CDSA executa projeto de Extensão Tecnológica e Cultural em comunidades rurais de Livramento-PB

O Laboratório de Ecologia e Botânica do Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG (LAEB) através de seus integrantes, está executando o Projeto de Extensão Tecnológica e Cultural em parceria com a Fundação Parque Tecnológico da Paraíba, Programa de Estudos e Ações para o Semiárido (PEASA) e Instituto Nacional do Semiárido (INSA).

O foco do projeto são associações em comunidades rurais do Município de Livramento-PB, com a construção de uma agenda de ações junto com os atores sociais das localidades envolvidas.

Trata-se de um projeto edificado com base participativa que objetiva o fortalecimento dos exercícios voltados para o desenvolvimento e a sustentabilidade. "São ações voltadas para o enriquecimento da Caatinga envolvendo associações em comunidades rurais de Livramento", destacou a coordenadora do LAEB, professora Alecksandra Vieira de Lacerda.


Com informações da Assimp  CDSA/UFCG

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Definidos os semifinalistas da Copa Paraíba Sub-15, etapa Cariri

Escolinha de Caraúbas, Juventus de Zabelê, Bangu Atlético Clube de Barra de São Miguel e Escolinha Tiradentes são os semifinalistas

As quartas de finais aconteceram no último sábado, 16, no Estádio “O Jacintão”, em Sumé. No primeiro jogo do dia, as 08:30h, a Seleção de Gurjão jogou contra a Escolinha de Caraúbas, e não conseguiu o mesmo desempenho da primeira fase, quando venceu todos os jogos. Dessa vez os gurjãoenses foram surpreendidos pela garotada de Caraúbas, que com muita garra e disciplina tática, praticamente dominaram o jogo, abriram o placar, mas no finalzinho da partida sofreu o gol de empate. Nas decisões dos tiros livres, os gurjãoenses desperdiçaram uma cobrança e os caraubenses converteram todas, garantindo a comemoradíssima vaga para as semifinais.

No outro jogo da manhã, as 09:30h, a Selebranca enfrentou o Juventus de Zabelê, que fez um primeiro tempo avassalador fazendo 3 x 0, fácil. No segundo tempo, outro jogo: após algumas mudança do técnico serra-branquense Evandro Lima, a equipe começou a dominar o meio de campo, fez dois gols, mas insuficiente para reverter o placar adverso. Final Juventus 3 x 2 Selebranca, e a vaga ficou com a equipe de Zabelê.   

À tarde, outros dois jogos completaram a rodada: às 14:30h, o Bangu de Barra de São Miguel empatou em 2 x 2 com a Seleção de Parari. Um jogos bastante equilibrado, e no final o empate em 2 x 2. Nos tiros livres da marca penal, a equipe de Barra de São Miguel foi mais eficiente, vencendo por 3 x 2.

No último jogo do dia (14:30h), a Escolinha Tiradentes ratificou o seu favoritismo e venceu fácil a Escolinha de Furiba, de São José dos Cordeiros, por 3 x 0, garantido a última vaga para as semifinais.

Semifinais

No próximo sábado, 23, acontecem os jogos das semifinais, pela manhã, no Estádio “O Jacintão”, em Sumé. Às 08:30h, a Escolinha de Caraúbas joga contra o Bangu Atlético Clube; e às 09:30h, o Juventus de Zabelê enfrenta a Escolinha Tiradentes.


“O Estádio de Sumé foi escolhido por oferecer todas as condições de jogo para todas as equipes envolvidas nesta fase final”, observou Boanerges Júnior, coordenador da etapa Cariri.

O Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido da UFCG terá Mestrado Profissional de Sociologia em Rede Nacional

O Mestrado Profissional de Sociologia em Rede Nacional (ProfSocio) foi aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A primeira seleção será realizada no final de 2016 e o início do curso está previsto para o primeiro semestre de 2017 na Universidade Federal de Campina Grande com uma turma no Centro de Desenvolvimento Sustentável do Semiárido (CDSA).

O ProfSocio tem como objetivo propiciar um espaço de formação continuada para professores de Sociologia da Educação Básica, e também às pessoas que desejam atuar nesta área.

O curso nasceu a partir da articulação entre a Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), que coordenada nacionalmente às atividades da rede, a Sociedade Brasileira de Sociologia (SBS) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL). Serão ofertadas inicialmente 175 vagas distribuídas entre as nove instituições associadas à rede. Poderão concorrer às vagas professores da rede pública da Educação Básica que ministram aulas de Sociologia e portadores de diploma de licenciatura reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC).

De acordo com o coordenador local do ProfSocio, o professor Dr. José Marciano Monteiro, “o ProfSocio significa mais uma conquista para a UFCG/CDSA, priorizando a formação de quadros ainda mais qualificados para  a prática docente, bem como será um espaço de fortalecimento da pesquisa em termos de pós-graduação stricto sensu ”.

Além da Universidade Federal de Campina Grande, o ProfSocio reúne instituições envolvidas nacionalmente com estudos e pesquisas acerca da Sociologia na Educação Básica, e comprometidas com a formação continuada de professores na área. São elas: Fundaj, UEL, Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Federal do Ceará (UFC), Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual Paulista (UNESP – Campus Marília), Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF) e Universidade Federal do Vale do Acaraú (UVA).

PNE – O ProfSocio visa contribuir para o atendimento da meta 16 do Plano Nacional de Educação (PNE), que prevê a formação de 50% dos docentes da Educação Básica em nível de pós-graduação até 2024. O curso será ofertado na modalidade semipresencial, isto é, com aulas presenciais e a distância, somando 450 horas distribuídas em três semestres.

Mais informações a respeito do ProfSocio podem ser solicitadas pelo e-mail: profsocio@fundaj.gov.br.


Com informações da Assimp CDSA/UFCG

sexta-feira, 15 de julho de 2016

Copa Paraíba Sub-15 Raimundo Braga

Segunda fase da etapa do Cariri

Serão realizados neste sábado, dia 17, no Estádio “O Jacintão”, em Sumé os jogos das quartas de finais da etapa do Cariri, da Copa Paraíba Sub-15 Raimundo Braga.

Pela manhã dois jogos: às 08:30h, a Seleção de Gurjão enfrenta a Escolinha de Caraúbas, e as 09:30h, a Selebranca joga contra o Juventus de Zabelê.

Os outros dois jogos acontecem a tarde: o Bangu de Barra de São Miguel joga contra a Seleção de Parari, às 14:30h, logo em seguida, às 15:30h, a Escolinha Tiradentes de Monteiro enfrenta a Escolinha de Furiba, de São José dos Cordeiros.

Para o coordenador regional Boanerges Júnior, foi de extrema importância a sensibilidade do secretário de esportes do município de Sumé, em disponibilizar o estádio municipal: “é importante trazermos nosso garotos para uma praça de esporte com uma estrutura como o Jacintão. Não tenho dúvida que tem muitos deles que nuca pisaram num gramado, e isso se torna importante para incentivarmos essa garotada. Desde já agradeço a atenção de Paulo Roberto, secretário de esportes de Sumé, que se colocou a disposição para realizarmos toda a fase final neste estádio, e colocamos isso para os dirigentes e eles foram de acordo. Estou muito satisfeito e aguardamos que a competição siga tão bem quanto foi a primeira fase”.

Arbitragem

Sob a coordenação de Givanildo Santos, serão formados quatro trios, dentro dos quadros que fizeram a primeira fase da competição, onde cada trio comandará uma partida.